Filmagens Breaking Dawn
1-11-10 a 15-04-11

Lançamento «The Twilight Guide»
12 de Abril de 2011

Premiére de Water for Elephants em NYC
17 de Abril de 2011

The Today Show (NYC)
18 de Abril de 2011

Live With Regis&Kelly (NYC)
18 de Abril de 2011

The Ellen Show (Los Angeles)
20 de Abril de 2011

Jimmy Kimmel Live (Los Angeles)
20 de Abril de 2011

Estreia de Water For Elephants
22 de Abril de 2011

Premiere de Water for Elephants em Berlim, Alemanha
27 de Abril de 2011

Premiere de WFE em Londres
3 de Maio de 2011

Estreia de Water for Elephants (Portugal)
5 de Maio de 2011

Premiere de WFE em Sidney, Austrália
6 de Maio de 2011

Estreia de Bel Ami
12 de Maio de 2011

Filmagens Cosmopolis
Local: Toronto, Canadá
23 de Maio de 2011

JANEIRO 2011

LUA NOVA



Papel: Edward Cullen
Com: Kristen Stewart, Taylor Lautner
Director: Chris Weitz
Ano: 2009
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ECLIPSE



Papel: Edward Cullen
Com: Kristen Stewart, Taylor Lautner
Director: David Slade
Ano: 2010
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REMEMBER ME



Papel: Tyler Hawkins
Com: Emilie de Ravin, Chris Cooper, Pierce Brosnan
Director: Allen Coulter
Ano: 2010
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UNBOUND CAPTIVES



Papel: Phineas
Com: Hugh Jackman, Rachel Weisz, Nicola Peltz
Status: Pré-Produção
Filmagens: 2011
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BEL AMI



Papel: Georges Duroy
Com: Uma Thurman, Cristina Ricci, Kristin Scott Thomas
Status: Completo
Estreia: 12 de Maio de 2011
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WATER FOR ELEPHANTS



Papel: Jacob Jankowski
Com: Reese Witherspoon, Christoph Waltz
Status: Pós-Produção
Director: Francis Lawrence
Estreia: 22 de Abril 2011
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AMANHECER



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Com: Kristen Stewart, Taylor Lautner
Filmagens: 1 Nov - 15 Março 2011
Director: Bill Condon
Estreia: Parte 1: 18 de Novembro de 2011
Parte 2: 16 de Novembro de 2011
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COSMOPOLIS



Papel: Eric Packer
Com: Marion Cotillard, Paul Giamatti
Local Filmagens: Toronto, Canadá
Status: -
Estreia: -
Director: David Cronenberg
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Quarta-feira, 22 DE Setembro DE 2010

Fanfic: "Together, now and forever" - Mariana - 11º Capítulo

 

"Together, now and forever" - Mariana - 11º Capítulo

 

Ele engoliu o ar de um modo precipitado e não respirou durante segundos, segundos que me pareceram horas.


-O quê?


-Eu amo-te, Jacob Black. Nutro por ti um amor diferente daquele que nutro pela minha família e pelos meus amigos. Agora estou segura disso. Estou segura de que preciso de ti para respirar, para caminhar, para falar, para viver. E estou segura de que quero estar ligada a ti para sempre.


Ele semicerrou os olhos castanhos que eu amava e separou os lábios avermelhados.


-Nessie...tu tens a certeza do que estás a dizer? Tens a certeza de que me amas?


-Claro que tenho. - agora  estava segura disso. De que aquele rapaz era a minha metade, a gravidade que me sustinha na terra, o oxigénio que me fazia respirar. Eu amava-o, amava tudo nele e tudo o que ele era. A ideia de me separar dele por qualquer período de tempo que fosse provocava em mim uma dor aguda que me pesava no coração e retirava-me a vontade de viver.


Se ele não correspondesse aos meus sentimentos, estava certa de que a vida no Inferno seria melhor do que uma existência num lugar em que ele não me amava.


-Renesmee? - sussurrou ele, aproximando-se de mim. As nossas respirações envolviam-se uma na outra.


-Sim? - perguntei, com a voz frágil e quebrada.


-Eu também te amo. - então, com um gesto quase violento, colocou a mão no meu queixo e impulsionou os meus lábios na direcção da sua boca.

Sem dar por isso, estava a beijar Jacob. Estava a beijar o homem que eu amava.
A sensação era melhor do que eu imaginara, sentia o seu calor percorrer o meu corpo, aquecendo cada extremidade da minha pele, aliviando a minha dor, fomentando a minha felicidade.


Os meus braços envolveram o seu pescoço e os meus dedos percorreram os seus cabelos, provaram aquela textura sedosa e perfeita.
As suas mãos estavam presas na minha cintura, perfeitamente encaixadas, como se tivessem sido talhadas para nunca mais serem da lá retiradas.
Apertei-o com mais força, continuando a beijá-lo, deixando os meus lábios ganharem força própria.
Os seus lábios devolveram a pressão, e soltaram os meus durante segundos para recuperarmos o fôlego.
Encostei a minha testa à sua.


-Obrigado.


Ele riu-se e beijou o meu pescoço, arrepiando-o.


-Obrigado eu. Todos os dias me perguntava quando é que isto iria acontecer, mas finalmente aconteceu! Nunca imaginei que pudesse ser tão feliz, Nessie. Por isso sim, obrigado eu.


Sorri e coloquei a minha cabeça no seu ombro.


-A que te referes quando dizes que isso?


-Nós, os Quileutes, temos muitas características únicas, que nos distinguem dos outros transmutantes. A velocidade, a força e aleitura de pensamentos não são as únicas. Há uma outra que é considerada a mais importante de todas.


-Qual é?


-A capacidade de olharmos para uma pessoa e de, automaticamente, sabermos que essa é a pessoa que está destinada a ficar connosco para sempre, a ser a nossa companheira, ater o nosso amor eterno. Não tens escolha: a partir do momento em que a vês apaixonas-te por ela. É uma espécie de amor à primeira vista...mil vezes mais poderoso.


Abri a boca, fascinada. Nunca ninguém me tinha dito nada, mas agora várias coisas faziam sentido, como a maneira como o Sam olhava para a Emily, o Jared para a Kim, o Quil para a Claire...o meu pai para a minha mãe. Mas esses dois tinham algo muito mais poderoso que a impressão natural.


-Isso quer dizer que tu tiveste a tua impressão natural comigo, Jake? Tu marcaste-me?


-Sim. Quando eras apenas uma bébé, acaba de sair da barriga da tua mãe.


De repende, senti-me culpada.


-Desculpa ter-te feito esperar tanto tempo.


Ele riu-se audivelmente, daquela maneira calorosa e bem-disposta que eu amava.


-Revelou-se mais cedo do que todos nós estávamos á espera, acredita, meu amor.


-E ainda bem.


Olhei-o novamente e não resisti a beijá-lo novamente.
Ele correspondeu com entusiasmo e ficámos ali durante o que poderiam ser dias.
No entanto, lembrei-me de uma coisa.
Afastei-me, contrariada, da sua cara perfeita.


-Jake, temos que ir a casa dos meus avós.


-Fazer o quê?


-Bom, nest emomento devem estar todos curiosos à escuta e tenho a certeza de que o Emmett está a morrer de riso. mas, ainda assim, convém agirmos correctamente e dizer-lhes directamente.


-Muito bem. Vamos lá então.


De mãos dadas, e com a certeza de que nunca nos iríamos separar, partimos em direcção ao nosso destino.

publicado por mrsCullen às 00:01
Quarta-feira, 15 DE Setembro DE 2010

Fanfic: "Together, now and forever" - Mariana - 10º Capítulo

 

"Together, now and forever" - Mariana - 10º Capítulo

 

 

-Amor?! Mãe, sabes que eu gosto muito de ti e que tenho em ti plena confiança, mas...amor? Pelo Jacob? O nosso melhor amigo?


Ela acenou com a cabeça.


-Sim, querida, pelo Jacob. Eu tenho a certeza. Além disso, ele está á espera disto há muito tempo...


Esta não tinha percebido.


-Que queres dizer com isso?


-Acho melhor ser o Jacob a contar-te. Mas só podes fazê.lo depois de lhe dizeres o que sentes por ele, Renesmee.


A minha cabeça estava às voltas. Ainda me parecia impossível...no entanto, tinha que admitir que já há algum tempo sonhava imenso com o Jake e agora, à luz do que a minha mãe me dissera, tudo fazia sentido. Tudo o que experimentara esta manhã e tudo aquilo que andava adormecido dentro de mim sabe Deus há quanto tempo.


Agora ao pensar em ser rodeada pelo seu abraço quente, doce  e amadeirado ou ser consolada pelo seu sorriso brilhante e solarengo sentia arrepios na espinha e tremores por todo o corpo.
Então era isto, o amor.


Aquilo que eu vira os meus pais, os meus tios e os meus avós, assim como os casais da reserva experimentarem acontecia agora comigo. e eu sentia vertigens só de pensar no que poderia acontecer a seguir...e se ele me rejeitasse? E se eu não soubesse o que fazer?  E se um dia ele visse que eu não era boa o suficiente para uma pessoa como ele?
Tantas perguntas sem reposta faziam-me ter ainda mais medo, ainda mais vertigens e a cada nova dúvida que surgia na minha mente, eu dava um passo em direcção ao abismo.
No entanto, de alguma forma, o meu coração sossegava-me porque eu sabia que, no fim do precipício, um par de braços cálidos, seguros e avermelhados haviam de me salvar.


A voz doce e suave da minha mãe despertou-me do transe.


-Meu amor, vamos embora. O teu pai já chegou e tem saudades nossas.


Segui-a até á porta da frente e caminhámos um pouco até à floresta. Quando lá chegámos, começámos a correr.
Chegámos ao carro rapidamente e ainda mais rapidamente a casa.
Durante a viagem, cada vez que via a distância diminuir, sentia o meu coração saltar dentro do meu peito.


-Filha, tem calma. Já te disse, o Jacob está à espera disto há mais tempo do que tu.


Por muita curiosidade que as suas palavas que causassem, não me proporcionavam qualquer calma e o meu coração batia, batia cada vez mais rapidamente.
Quando estacionámos o carro na garagem, já a noite caía.


-Renesmee - principiou a minha mãe - o Jacob está sozinho na casa de campo, o resto da família está em casa dos teus avós. Aproveita agora.


Acenti, meio atordoada, e corri na direcção da casa de campo.
Quando entrei, o odor delicioso de Jake inundou-me, e entorpeceu-me os movimentos.
No entanto, caminhei até à sala, onde ele se encontrava sentado a ver televisão.
Quando entrei, ele correu a abraçar-me. Não demorou muito até perder a noção de tudo o resto à nossa volta.


-Divertiste-te com a Bella?


-Sim, foi muito...interessante. E tu, divertiste-te com a rapaziada.


Ele riu-se e começou a desfiar em pormenor todo o dia que passara.
Geralamente, prestava sempre extrema atenção ao que Jacob dizia, pois sabia que era importante para ele saber que eu o ouvia e eu gostava imenso de o ouvir.
No entanto, hoje estava demasiado entregue as minhas próprias reflexões, pensando no que estavas prestes a fazer.
Amo-te.
Quão difícil é dizer essa simples palavra a alguém? A alguém que se ame, de facto, de verdade? Quão difícil é, para qualquer ser, - humano ou mítico - expressar por palavras aquilo que carrega no coração, imprimido com brasas quentes?
Porque será tão fácil demonstrar ódio azedo por alguém e é tão duro mostrar a esse alguém um amor doce e eternamente feliz?
Pergunto-me se será por pensarem que isso é sinal de cobardia ou rendição da mais punível que há. No entanto, estou constantemente a ouvir a mãe e o pai a dizerem "amo-te" um ao outro. Sem qualquer dureza no rosto, sem qualquer peso no coração, sem qualquer sinal de contrariedade nos seus lábios. Apenas aquele brilho intenso e poderoso que parece possuir todo o seu ser e não os faz mais fracos. Fá-los mais fortes, pois sabem que têm algo a que se agarrar, um amor quase doentio onde se podem abrigar, uma força gravitacional que jamais os deixaria voar para longe - porque se têm um ao outro. E porque não têm medo de dizer "amo-te".


E eu quero ter essa coragem. Quero ter essa benção. O poder de lhe dizer, a ele especificamente, o quanto o amo. Há quem diga que um gesto vale mais que mil palavras. Pois eu digo que esta palavra vale mais do que mil gestos.
Porque por vezes um olhar terno, um sorriso doce ou uma carícia leve não chegam para evidenciar o amor que temos a alguém e, quando a força dessa realidade nos atinge, quase não temos ar suficiente para aguentar o impacto. Naquele momento só desejamos acalentar a amor para que o seu fogo não se extinga. Mas quando chega a dúvida, a maldita dúvida, já não sabemos o que fazer.
Mas eu agora sei. Sei que tenho a coragem de o fazer e fá-lo-ei. A dor e a tristeza poderão deixar uma marca profunda dentro de mim se ele não me retribuir o amor que lhe tenho. Mas eu estou pronta para o fazer.


Ele fitou-me com os olhos escuros e quentes e encostou a sua mão cálida à minha face.
Agarrei-a e sustive-a ali. Fechei os olhos e separei lentamente os meus lábios, ispirando profundamente o seu odor quente e seguro. E então soube que estava pronta. Não me importando com mais nada a não ser ele, deixei finalmente escapar a palavra que tanto tempo estivera presa dentro de mim:


-Amo-te.

publicado por mrsCullen às 00:01
Quarta-feira, 08 DE Setembro DE 2010

Fanfic: "Together, now and forever" - Mariana - 9º Capítulo

 

"Together, now and forever" - Mariana - 4º Capítulo

 

 

A minha mãe sorria enquanto olhava na direcção deles e, depois, olhou na minha direcção.
-Bom, parece que temos uma tarde só de raparigas!
Sorri também.
-Tens razão. Que te apetece fazer?
Ela tamborilou com os dedos pálidos e magros no tampo da mesa durante algum tempo, com um ar pensativo.
-Que me dizes a umas compras novas?
A minha cara iluminou-se.
-Compras do género desta roupa que eu tenho vestida?
Ela acenou alegremente com a cabeça.
-Exactamente como essa. Fica-te tão bem, meu amor! Eu também me vestia assim e, quando posso e a tua tia não está a ver, faço-o...mas tu és muito mais bonita do que eu era e sou, Renesmee. E ficas linda de qualquer das maneiras!
Franzi o sobrolho.
Era algo que eu tinha muito em comum com o meu pai - ficar amuada quando a mãe se rebaixava em relação ao que era e ao que fôra. Para mim e para o pai, ela era linda. A sua imagem de quando era humana perdurava na minha mente e eram raros os dias em que não pensava nela.
A minha mãe revirou os olhos.
-Anda, vamos lá. Podemos levar o Volvo do pai.
-E eu posso conduzir?
Ela riu-se.
-Meu amor, eu sei que o tio Emmett e o Paul se entusiasmaram com as aulas de condução e que tu foste uma exímia aprendiz. Mas não te esqueças que aparentas apenas 14 anos e as pesoas achariam ligeiramente estranho ver alguém dessa idade atrás do volante de um carro.
-Ah, pois é...já me esquecia! Não faz mal. Onde vamos hoje?
-Estava a pensar em Nova Iorque. O tempo está bastante húmido por lá. Podemos ir de carro metade do caminho e a correr o resto.
-Que bom mãe! - ela era bestial.
-Vá, vamos lá.
Fizemos a viagem em menos de um dia. Andar num carro àquela velocidade era incrível...quase tão bom como correr. Quase.
Diverti-me imenso com a mãe. Era a primeira vez que íamos as duas juntas às compras sem a supervisão das minhas tias.
Quando vissem o que eu comprara, iriam ter colapsos nervosos...mas o pai prometera ter uma conversa com elas.
Antes de irmos, a mãe deixou-me comer um gelado e sentou-se comigo numa mesa, embora isso não lhe fizesse diferença. Sentia que ela me queria dizer alguma coisa, mas não sabia o que era.
-Mãe...se me quiseres dizer alguma coisa, sabes que estás à vontade, certo?
Ela riu-se nervosamente e suspirou.
-És muito astuta. Inteligente como o teu pai. - sorri ao ver o modo como os seus olhos brilhavam de cada vez que fazia alguma menção ao homem da existência dela. - Olha querida, eu apenas te queria pedir desculpa pelo que ouviste esta manhã...entre mim e o teu pai. Vamos tentar ser mais...silenciosos. - baixou o olhar, envergonhada.
Ri-me.
-Mãe, não precisas de pedir desculpa. É perfeitamente natural. Afinal de contas, não nasci do ar.
Ela suspirou, aliviada.
-Ainda bem que encaras o assunto com tanta naturalidade. O teu pai ficou em pânico quando descobriu que tu ouviste! Não consegui convencê-lo a falar contigo sobre isso...
Sorri. Humanos, vampiros ou lobisomens, os dramas são quase sempre os mesmos.
-Mas há outro assunto que eu sinto necessidade de abordar contigo, Renesmee. Eu ouvi certas coisas esta manhã... enquanto estavas com o Jacob.
O ritmo do meu coração disparou num freneticamente. O que é que ela poderia ter ouvido?
Ela sorriu, enlevada, em resposta ao meu batimento cardíaco.
-Essa reacção foi uma delas. Também me chamou a atenção o som das gotas de suor a escorrerem pelo teu pescoço e a empaparem a tua testa e a forma como o sangue corria nas tuas veias, quase rebentando com elas...tudo sintomas que eu costumava ter.
Não percebi onde queria ela chegar com aquela conversa. Será que Jacob tinha razão? Será que eu estava doente?
Arregalei os olhos e apertei os pulsos da minha mãe.
-Mãe, o que é que se passa comigo?
Ela afagou carinhosamente os meus dedos.
-Minha querida, tu sofres de algo muito comum na nossa família. Uma doença estranha e sem qualquer explicação. Uma doença chamada amor.
Engoli em seco e pousei a testa sobre o tampo frio da mesa.
Amor?!

publicado por mrsCullen às 00:01
Quarta-feira, 01 DE Setembro DE 2010

Fanfic: "Together, now and forever" - Mariana - 8º Capítulo

 

"Together, now and forever" - Mariana - 8º Capítulo

 

-Nessie, estás bem? - perguntou Jacob, enrugando levemente a testa. Pousou o prato que tinha na mão e deu dois enormes passos na minha direcção, colocando-se à minha frente.
Examinou o meu rosto cuidadosamente e passou as mãos enormes e quentes pelas minhas maçãs do rosto.
No minuto em que os seus olhos amendoados pousaram nos meus, senti-me tremer...o que se passava comigo? Era apenas Jake, o meu melhor amigo. Nada mais que isso.
Jacob franziu o sobrolho.
-Nessie, estás a suar. Tens a certeza de que estás bem?
Sentia-me a arder. A arder mas do que o costume. Pequenas gotas de suor acumulavam-se no meu pescoço e escorriam pela minha testa.
Jake limpou uma que escorregara até ao meu queixo e examinou-me mais cuidadosamente.
O seu rosto, os seus olhos, os seus lábios...olhar para cada pormenor que o envolvesse deixava-me nervosa.
-Nessie, se não falas comigo vou levar-te ao Carlisle para te examinar!
A menção das capacidades médicas do meu avô fez-me recompor do que quer que se estivesse a passar comigo.
Abanei a cabeça e afastei-me dele.
-Eu...eu estou bem, Jake. Não te preocupes. Estou apenas um pouco...quente. - eu não estava quente eu estava em chamas.
Ele sorriu e afastou-se de mim, pegando novamente no que estava a fazer.
-Isso não é grande novidade, pois não? A tua temperatura normal não chega abaixo dos 40ºC e estás sempre ao lado de um lobisomem ainda mais quente do que tu.
Engoli em seco.
-Pois...
Ainda a tremer, peguei numa das cadeiras da pequena mesa da cozinha e sentei-me, tentando controlar a respiração.
O que é que se passava comigo? Nunca me sentira assim perto de ninguém, muito menos de Jacob.
Pronto, calma.
Provavelmente é apenas uma reacção à...à sua proximidade? Então o que significava isso? Que eu ficara nervosa por tê-lo perto de mim? Que raio de sentido fazia isso?!
-Nessie? Nessie? Estás a ouvir-me, Nessie?
Dei um salto na cadeira.
-O quê? Desculpa Jacob, não te estava a ouvir.
-Nisso reparei eu. Estou a chamar-te há imenso tempo! O que é que se passa contigo hoje?
-Não se passa nada, Jake. Dá-me lá a minha surpresa. - esforcei-me por sorrir, a sério que sim, mas saiu mais uma careta.
Jacob colocou um prato à minha frente, com ar orgulhoso. Um ar bastante cómico. Desta vez, não foi tão difícil rir-me com vontade.
-Cozinhaste para mim? Cozinhaste-me uma panqueca com uma cara sorridente?!
Ele acenou com a cabeça.
-Queria pedir-te desculpa por ter sido tão insensível e parvo hoje de manhã. Sabes, é uma carcterística dos lobisomens, deste lobisomem que vês à tua frente, mais propriamente.
Olhei para o que ele me tinha feito, como pedido de desculpas, e fitei-o directamente nos olhos. Um arrepio quente percorreu-me a espinha, um arrepio delicioso que imprimia um sentimento que eu não conseguia detectar.
Comi tudo, sob o constante olhar protector dele e, no fim, levantei-me e sentei-me no seu colo, abafando os tremores que me corriam pelo corpo. Aninhei a  minha cabeça no seu ombro e ele abraçou-me.
-Obrigado. -  supirei.
Ele beijou-me carinhosamente o topo da cabeça.
-De nada.
Ficámos assim durantre algum tempo, até ouvirmos a porta de frente abrir-se e os risos cumplices dos meus pais inundaram a casa.
Os seus passos aproximaram-se e os dois chegaram à cozinha.
-Olha quem são eles! - disse Jacob, aparentemente muito à vontade com a posição em que estávamos e sem fazer meção de me tirar do seu colo. - Divertiram-se?
O meu pai riu-se e a minha mãe fez beicinho.
-Vê lá Jake, não te estiques! - avisou Bella. Depois, sorriu.
-Filha, não nos dás um abraço? - perguntou o meu pai.
-Claro! - soltei-me dos braços de Jacob e corri para eles, abraçando-os e mostrando à mãe como correra a conversa com Rosalie e Alice.
Tanto ela como o pai se desmancharam a rir com a última tirada da tia Alice.
-Não te preocupes, meu amor. Eu vou ter uma conversa com elas. - garantiu a mãe.
-Ei, Jake, eu, o Emmett e o Jasper vamos fazer uma caçada e dar uma corrida. Queres vir?
-Claro! - Jacob levantou-se prontamente e colocou-se ao lado do meu pai.
-Pelo caminho vamos buscar o Seth, o Quil e o Jared. - ambos sorriram e trocaram socos de brincadeira. Era  tão bom ver que eles se davam todos bem!
Jacob beijou-me a mim e à minha mãe e o pai fez a mesma coisa.
De seguida, saíram em direcção à floresta.

publicado por mrsCullen às 00:01
Quarta-feira, 25 DE Agosto DE 2010

Fanfic: "Together, now and forever" - Mariana - 7º Capítulo

 

"Together, now and forever" - Mariana - 7º Capítulo

 

-Nessie, estás bem? - perguntou Jacob, enrugando levemente a testa. Pousou o prato que tinha na mão e deu dois enormes passos na minha direcção, colocando-se à minha frente.
Examinou o meu rosto cuidadosamente e passou as mãos enormes e quentes pelas minhas maçãs do rosto.
No minuto em que os seus olhos amendoados pousaram nos meus, senti-me tremer...o que se passava comigo? Era apenas Jake, o meu melhor amigo. Nada mais que isso.
Jacob franziu o sobrolho.
-Nessie, estás a suar. Tens a certeza de que estás bem?
Sentia-me a arder. A arder mas do que o costume. Pequenas gotas de suor acumulavam-se no meu pescoço e escorriam pela minha testa.
Jake limpou uma que escorregara até ao meu queixo e examinou-me mais cuidadosamente.
O seu rosto, os seus olhos, os seus lábios...olhar para cada pormenor que o envolvesse deixava-me nervosa.
-Nessie, se não falas comigo vou levar-te ao Carlisle para te examinar!
A menção das capacidades médicas do meu avô fez-me recompor do que quer que se estivesse a passar comigo.
Abanei a cabeça e afastei-me dele.
-Eu...eu estou bem, Jake. Não te preocupes. Estou apenas um pouco...quente. - eu não estava quente eu estava em chamas.
Ele sorriu e afastou-se de mim, pegando novamente no que estava a fazer.
-Isso não é grande novidade, pois não? A tua temperatura normal não chega abaixo dos 40ºC e estás sempre ao lado de um lobisomem ainda mais quente do que tu.
Engoli em seco.
-Pois...
Ainda a tremer, peguei numa das cadeiras da pequena mesa da cozinha e sentei-me, tentando controlar a respiração.
O que é que se passava comigo? Nunca me sentira assim perto de ninguém, muito menos de Jacob.
Pronto, calma.
Provavelmente é apenas uma reacção à...à sua proximidade? Então o que significava isso? Que eu ficara nervosa por tê-lo perto de mim? Que raio de sentido fazia isso?!
-Nessie? Nessie? Estás a ouvir-me, Nessie?
Dei um salto na cadeira.
-O quê? Desculpa Jacob, não te estava a ouvir.
-Nisso reparei eu. Estou a chamar-te há imenso tempo! O que é que se passa contigo hoje?
-Não se passa nada, Jake. Dá-me lá a minha surpresa. - esforcei-me por sorrir, a sério que sim, mas saiu mais uma careta.
Jacob colocou um prato à minha frente, com ar orgulhoso. Um ar bastante cómico. Desta vez, não foi tão difícil rir-me com vontade.
-Cozinhaste para mim? Cozinhaste-me uma panqueca com uma cara sorridente?!
Ele acenou com a cabeça.
-Queria pedir-te desculpa por ter sido tão insensível e parvo hoje de manhã. Sabes, é uma carcterística dos lobisomens, deste lobisomem que vês à tua frente, mais propriamente.
Olhei para o que ele me tinha feito, como pedido de desculpas, e fitei-o directamente nos olhos. Um arrepio quente percorreu-me a espinha, um arrepio delicioso que imprimia um sentimento que eu não conseguia detectar.
Comi tudo, sob o constante olhar protector dele e, no fim, levantei-me e sentei-me no seu colo, abafando os tremores que me corriam pelo corpo. Aninhei a  minha cabeça no seu ombro e ele abraçou-me.
-Obrigado. -  supirei.
Ele beijou-me carinhosamente o topo da cabeça.
-De nada.
Ficámos assim durantre algum tempo, até ouvirmos a porta de frente abrir-se e os risos cumplices dos meus pais inundaram a casa.
Os seus passos aproximaram-se e os dois chegaram à cozinha.
-Olha quem são eles! - disse Jacob, aparentemente muito à vontade com a posição em que estávamos e sem fazer meção de me tirar do seu colo. - Divertiram-se?
O meu pai riu-se e a minha mãe fez beicinho.
-Vê lá Jake, não te estiques! - avisou Bella. Depois, sorriu.
-Filha, não nos dás um abraço? - perguntou o meu pai.
-Claro! - soltei-me dos braços de Jacob e corri para eles, abraçando-os e mostrando à mãe como correra a conversa com Rosalie e Alice.
Tanto ela como o pai se desmancharam a rir com a última tirada da tia Alice.
-Não te preocupes, meu amor. Eu vou ter uma conversa com elas. - garantiu a mãe.
-Ei, Jake, eu, o Emmett e o Jasper vamos fazer uma caçada e dar uma corrida. Queres vir?
-Claro! - Jacob levantou-se prontamente e colocou-se ao lado do meu pai.
-Pelo caminho vamos buscar o Seth, o Quil e o Jared. - ambos sorriram e trocaram socos de brincadeira. Era  tão bom ver que eles se davam todos bem!
Jacob beijou-me a mim e à minha mãe e o pai fez a mesma coisa.
De seguida, saíram em direcção à floresta.

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Quarta-feira, 18 DE Agosto DE 2010

Fanfic: "Together, now and forever" - Mariana - 6º Capítulo

 

"Together, now and forever" - Mariana - 6º Capítulo

 

Levantei-me do sofá e dirigi-me à porta.
Comecei a correr no minuto em que senti a relva por debaixo dos meus pés.
A sensação que se apoderava de mim de cada vez que corria era quase inexplicável.
O vento a bater-me no rosto, afastando o cabelo para trás, a adrenalina a pulsar-me nas veias humedecidas pelo sangue, os cheiros doces e amargos que se cruzavam, formando fragrâcias únicas que se infiltravam pelas minhas narinas e percorriam todo o meu corpo. As paisagens que enchiam os meus olhos, os sabores ácidos e os palatos açucarados que se misturavam na minha língua.
Sentia-me grata por ter herdado aquuela característica do lado do meu pai, apesar de não conseguir correr tão rápido como os vampiros ou os lobisomens, estava muito acima dos humanos.
Cheguei à casa de campo em menos de nada.
Ao longe, conseguia ainda ouvir os meus pais a divertirem-se. Sorri.
Limpei os pés no tapete de entrada e dirigi-me à casa de banho.
Estava suja de terra e o meu cabelo estava empregnado de folhas secas.
Tirei a camisola e reparei, para meu espanto, que ainda me encontrava de pijama. O stress dos acontecimentos do dia de ontem e os adjacentes, ocorridos hoje, levaram a minha cabeça a desconcentrar-se completamente.
Felizmente o meu aniversário parecia um acontecimento distante e podia regressar à minha vida normal.
Tomei um duche longo, desfrutando do calor da água sobre a minha pele, embora esta já fosse cálida por natureza.
Embrulhei-me numa toalha branco pérola e entrei no quarto, já virada para o armário.
Era a primeira vez que ia escolher a minha própria roupa, com o meu próprio estilo.
Relancei a  vista por todas as minhas roupas, os montes que a tia Alice e a  tia Rosalie compraram durante todos estes annos, procurando algo que se enquadrasse...mas nada.
Supirei. Qua haveria de fazer? Recusava-me a vestir um vestido ou uma saia e muito menos usar cor-de-rosa!
Franzi os lábios enquanto pensava numa solução aceitável...o armário da mãe! Decerto ela não se importaria que eu usasse alguma das suas roupas antigas ou menos femininas que a irmã lhe comprara.
Subi as escadas e entrei na monstruosidade que era o armário da minha mãe.
Fiz como o pai me ensinara, e aspirei com força a atmosfera em redor.
Depressa cheguei onde queria e seleccionei um par de calças de ganga justas com ar bastante prático e uma camisola de decote em V preta. Perfeito. Preto. Vi também umas botas de salto preto que me pareceram bem e trouxe-as.
Desci novamente as escadas e regressei ao quarto.
Libertei-me da toalha e deixei-a escorregar suavemente até ao chão, enquanto secava o cabelo.
No entanto, um barulho familiar chamou-me à atenção...um ronco.
-Jake!?
Ele levantou-se bruscamente da cama, piscando os olhos.
-Como? O que é que aconteceu? - piscou novamente os olhos e olhou em redor do quarto até dar comigo ali, parada...nua.
Durante cinco segundos olhou para mim sem mover um músculo, com o choque, mas logo recuperou o sangue frio e tapou a cara com as mãos.
-Que horror, Nessie, por amor de Deus, tapa-te!
Peguei na toalha apressadamente e voltei a enrolá-la à volta do meu corpo, enquanto corava que nem um tomate.
-O que é que ainda estás aqui a fazer?
-Desculpa, assim que te foste embora adormeci. Estou estafado...como é que não me viste?!
Corei ainda mais.
-Simplesmente não vi...desculpa.
Ele revirou os olhos.
-Não peças desculpa. Arranja-te e vem ter comigo à cozinha. Tenho uma surpresa para ti.
Franzi o sobrolho.
-Uma surpresa?
-Asseguro-te de que não tem absolutamente nada a ver com o teu aniversário e é tudo da minha autoria.
Semicerrei os olhos desconfiada, enquanto ele abandonava o quarto com aquele sorriso que iluminava mais que o Sol impresso no rosto avermelhado e lindo...eu tinha o melhor amigo mais bonito do Mundo. Eu e a mãe. Sim, porque eles eram os verdadeiros melhores amigos.
Acabei de me arranjar e olhei-me ao espelho para ver o efeito final. Sentia-me ligeiramente insegura quanto aos saltos...como reagiria a minha família?
Mirei-me ao espelho de moldura prateada e de corpo inteiro que estava  na parede virada para Sul do quarto e fiquei verdadeiramente impressionada com o efeito da roupa. Parecia mais...adulta. Melhor.
Sorri e abandonei a divisão, na direcção da cozinha.
Um cheiro estranho impregnou-se no ar e chegou-me ao nariz...chocolate.
Quando cheguei à cozinha, desmanchei-me a rir.
Jacob riu-se também.
-Tens que admitir que é o meu estilo!
-Sim, tem tudo a ver contigo Jake! A próxima vez que a Alice quiser fazer-te uma mudança de visual, vou sugerir aventais. Cor-de-rosa de preferência!
-Estás a falar de mim? Já olhaste bem para ti, menina Nessie? Preto?!
Mordi o lábio.
-Não...gostas?
-Estás a brincar? Adoro! Pareces uma espia...ficas muito sexy de preto. - concluiu, piscando o olho.
Não sei explicar porquê, seu elogio fizera-me corar até à raíz dos cabelos. E eu adorei a sensação e os arrepios que me percorreram a espinha naquele momento...

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Quarta-feira, 11 DE Agosto DE 2010

Fanfic: "Together, now and forever" - Mariana - 5º Capítulo

 

"Together, now and forever" - Mariana - 5º Capítulo

 

Quando os meus pais abandonaram a sala aos risos, a tia Rosalie ergueu a sobrancelha e a tia Alice piscou os olhos, confusa.
-Que se passa querida? - perguntou Rosalie.
Suspirei e sentei-me no sofá, de modo a ficar de frente para elas.
-Preciso de falar convosco...sobre as roupas que me ofereceram.
A Alice riu, daquela maneira bem-disposta e melodiosa que a caracterizava. A mãe costumava dizer que ela tinha um riso prateado.
-Estavas a assustar-nos com esse ar tão grave, Nessie! As roupas não te servem, é isso? Para nós ainda és aquela  bébézinha que saiu da barriga da tua mãe.
A tia Rose sorriu e concordou com a irmã.
-Cresces a olhos vistos! Mas não há problema, podemos ir hoje mesmo trocar as coisas.
Tapei o rosto com as mãos e abanei a cabeça. Elas estavam a perceber tudo mal...nem sequer me dera ao trabalho de experimentar as roupas.
-Não, não, não! Não tem nada a ver com o tamanho. Eu simplesmente...
-Não gostaste?
Acenei com a cabeça, ligeiramente receosa.
Elas riram-se em uníssono - uma melodia quase tão perfeita como aquelas tocadas pelo pai.
-E porque estás assim tão...medrosa? Já te disse que podemos ir agora mesmo trocar tudo!
-Fizemos as escolhas erradas - concordou Rosalie. - Mas vamos emendar-nos. Ontem passei por uma loja com uns vestidos adoráveis, cor-de-rosa, com laços e tudo!
Alice acenou com a cabeça, entusiasmada.
-Sim, e lembras-te de vermos aquelas saias com folhos brancos? Eram a cara dela!
Depressa se esqueceram que eu estava ali e levaram a conversa para cores, padrões, sapatos e lacinhos.
Eu  olhava-as, horrorizada.
Por momentos, achei que elas tinham percebido, mas a maneira pacífica como aceitaram a minha resolução deixara-me na dúvida...e os meus instintos estavam correctos. Tinha sido completa e totalmente mal interpretada.
Quandoo elas pegaram em mim e começaram a tirar medidas, enrolando-me, sacundido-me e espremendo-me, tive de juntar toda a minha paciência e coragem.
Afastei-me e olhei-as fixamente.
-Alice, Rosalie, vocês não perceberam o que eu quis dizer. Não foram só estasroupas. Foram todas as roupas! Sem querer parecer mal agradecida, eu estou farta de me vestir assim, com folhos, vestidos e cor-de-rosa. Todo este cor-de-rosa.
Alice, que se encontrava de pé, com a fita métrica na mão, soltou um grito agudo e caiu no chão de forma brusca, emitindo um barulho semelhante ao de gelo a quebrar-se.
Rosalie não fez nada, limitou-se a olhar fixamente para mim, como se eu tivesse elouquecido.
Aos poucos, o rosto  da minha tia mais fiteira começou a moldar-se, adquirindo a expressão que eu tanto temia.
-Tia Alice, por favor!  Não me faças isso!
Ela olhou-me, com os grandes olhos dourados desmesuradamente abertos como os de um bébé.
-Eu?! Como é que tu nos podes fazer uma coisa destas? A nós, que te vestimos e cuidamos da tua aparência desde que nasceste?!
A tia Rosalie levantou-se e pousou o braço pálido por cima dos ombros da irmã, aliando-se a ela.
-A Alice tem razão, Renesmee! Como é que podes chegar aqui e lançar uma bomba dessas?
Revirei os olhos. Seria realmente necessário fazer uma tempestade num copo de água por uma coisa tão insignificante?
-Por favor, tratam-me como se tivesse cometido algum crime! Tenho todo o direito de escolher a maneira como me quero vestir. E metam na cabeça que estamos a falar de roupa, nada mais que isso.
Alice fungou, sacudiu o braço de Rosalie e levantou-se, com uma expressão de pura raiva e indignação impressa no olhar.
-Tu, - disse, apontando-me o dedo indicador, acusando-me - és igualzinha à tua mãe!
E, com isto, deu meia volta e saiu da sala, seguida da tia Rosalie.
Suspirei.
O pior já tinha passado.

 

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Quarta-feira, 04 DE Agosto DE 2010

Fanfic: "Together, now and forever" - Mariana - 4º Capítulo

 

"Together, now and forever" - Mariana - 4º Capítulo

 

 

Comecei a correr e só parei quando cheguei ao fim da floresta, à clareira onde nos juntávamos frequentemente em família para jogar baseball ou fazer um piquenique com os lobisomens. Só eles é que comiam, mas era sempre extremamente divertido.

Sentei-me numa das rochas presas ao chão, revestidas de musgo e olhei em redor.

Parte de mim perguntava-se se eu havia sido demasiado dura com Jacob.

Ele não parecera magoado com a minha atitude, apenas preocupado comigo.

E a verdade era que, aquilo que ele me revelara ainda me martelava o espírito. Como era isso possível? Um ano sem me ver ao espelho! Ainda pareccia impossível...não houvera uma única vez, um único segundo em doze meses em que eu tivesse passado os olhos por uma superfície capaz de reflectir a minha imagem?!

Eu aparentava catorze anos. Catorze!

Suspirei e concentrei-me nas cinco prendas que ainda tinha por abrir.

Comecei pela do tio Emmett.

Com cuidado, rasguei o papel prateado e virei o embrulho ao contrário e, sobre o meu colo, caiu uma caixinha preta quadrada.

Abri-a com cuidado e, lá dentro, estava um par de brincos de prata em forma de flor. Eram adoráveis.

Sorri. Este ano, o tio Emmett tinha sido coordenado por alguém, ao variar de repente dos habituais chocolates - coisa que eu adorava.

As três prendas seguintes - a do avô, a da avó e a do tio Jasper - eram também bijuteria. Um colar, uma pulseira e um anel.

Adorei-os a todos, tinha sido uma ideia genial.

Com uma certa hesitação, peguei na prenda do meu pai. Era a maior de todas. Desconfiava que não era apenas uma...

Repeti o ritual de rasgar e abrir e, lá dentro, vinha uma caixinha revestida de cetim azul para guardar as coisas que o resto da família me havia dado.

Havia ainda uma outra coisa. Uma coisa que eu adorei.

Um caderno branco, simples, com uma única inscrição na capa: Renesmee.

Abri-o e a primeira página já havia sido rabiscada pelo pai, que lá dentro escrevera um dedicatória:

 

"Renesmee,

A minha vida só começou realmente quando conheci a tua mãe. Nesse dia e no dia em que a desposei, soube que seria a pessoa mais feliz do Mundo.

Mas apenas na primeira vez em que te tomei nos braços e te vi nos braços da Bella, é que percebi que, a partir daí, a vida perfeita começara.

Nunca nos deste tristeza ou mágoa, apenas nos trouxeste alegria e amor, Renesmee.

Se há algo que me faz sentir que o meu mundo vai acabar é ver-te assim, tão mal por teres nascido e por cresceres a olhos vistos.

Nunca mais te sintas assim, minha filha, porque tu foste a maior preciosidade que chegou ás nossas vidas e complementou a nossa existência com os nossos amigos.

Dou-te este cadern para que escrevas tudo aquilo que te vai na alma, para que não rebentes guardando o que não podes contar a ninguém dentro de ti.

Eu e a mãe amamos-te acima de tudo.


Nunca te esqueças disso."

 

Ao ler as palavras que ele me escrevera, uma lágrima escorreu pelo meu rosto e manchou a página, numa pequena poça que continha todo o amor do Mundo.

Enxuguei as que se seguiram, arrumei os presentes e corri em direcção à casa branca junto ao rio.

Abri a porta de rompante e todos olharam para mim.

Para meu grande alívio, o meu pai e a minha mãe já lá estavam, reunidos com o resto da família na sala.

Corri na direcção deles e dei um abraço apertado ao pai, que me retribuiu com surpresa. Encostei a minha mão ao rosto dele e mostrei-lhe o momento em que lera as palavras que ele rabiscara no meu presente de aniversário, mostrei-lhe a minha reacção e regressei ao dia de ontem, quando ele e a mãe me deram os parabéns e eu reagira como uma criança mimada e fiz um ar arrependido e envergonhado.

Ele sorriu e beijou-me a face.

-Não te preocupes, Renesmee. Nós percebemos.

-Eu não tinha qualquer direito de vos fazer aquilo. Vocês não mereciam.. .

A minha mãe, percebendo agora o que se passara entre nós, fez-me uma carícia no rosto e murmurou:

-Querida, não quero que te sintas assim. Todos nós temos direito a momentos menos bons, está bem?

Acenei com a cabeça.

A minha mãe sorriu.

-Óptimo! - ela era tão bonita!

De repente, a tia Alice e a tia Rosalie levantaram-se e, sorrindo alegremente, fizeram a pergunta que eu tanto temia. Fizeram-na ao mesmo tempo, o que as tornava ligeiramente macabras:

-Então, gostaste das roupas?

Mordi o lábio e virei-me para o meu pai, na esperança de encontrar alguma ajuda. Ele era o único que sabia da minha resolução, para além de Jacob.

Ele riu-se e pôs-me no chão.

-Nem penses! Já tens idade suficiente para tratares dos teus problemas sozinha!

Pegou na mão da mãe e ssussurrou-lhe qualquer coisa ao ouvido. Ela riu-se, piscou-me o olho e amboa saíram da sala, deixando-me ali sozinha com elas.

Suspirei.

-Alice, Rosalie. Precisamos de falar.


 

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Quarta-feira, 28 DE Julho DE 2010

Fanfic: "Together, now and forever" - Mariana - 3º Capítulo

"Together, now and forever" - Mariana - 3º Capítulo

 

 

-Ah! - levantei a cabeça da almofada de forma brusca e sentei-me na cama, encharcada em suor.

Sentia o sangue a correr-me nas veias de forma louca, a adrenalina a pulsar nas minhas artérias freneticamente e a cabeça a andar à roda.

Tinha a certeza de que estava acordada, mas os meus olhos só conseguiam captar imagens foscas da floresta onde me encontrava há minutos atrás.

As minhas mãos apalpavam o vazio, à espera de encontrar algo que me trouxesse de volta à realidade. Vaguearam, assustadas, até sentirem algo macio e quente - extremamente quente, como se estivesse a tocar no Sol. Percorri a superfície macia, mas dura e firme, tentando perceber o que seria...

Era pele. O meu coração começou a bater mais depressa.

E se não tivesse sido apenas um sonho?

Senti a minha respiração parar durante um segundo, apenas para acelarar como louca logo a seguir.

Tentei pensar rápido e olhei em volta, tentando perceber onde estava realmente.

No meu quarto, na casa de campo. O papá ou a mamã devem ter-me trazido sem que eu desse por isso...

O que é que eu poderia fazer? Gritar?

Se o fizesse, o mais provável era que, quem quer que fosse que pernoitava ao meu lado acabasse comigo em menos de nada.

Lutar? Não, acabaria por morrer na mesma...

Fugir?

Sim. Fugir. E rápido, de preferência, mas em silêncio, caso contrário o destino seria o mesmo.

Inspirei fundo silenciosamente, apenas para mim.

Com a mão direita empurrei suavemente a colcha e o lençol que me cobriam o corpo para o chão e, com os braços, fiz impulso para cair sem ruído.

No entanto, no preciso momento em que eu me encontrava a dois metros do chão, uma mão grande, forte e muito quente agarrou-me pelos pulsos e puxou-me de encontro a si.

Descontrolei-me e soltei um grito agudo, assustado, capaz de levantar os cabelos a qualquer um.

-Aaaaaahhhhhhh!

Uma das mãos que me trouxeram de volta à cama tapou-me a boca e fez-me parar de gritar.

Foi então que ouvi a sua voz.

-Nessie?

Pisquei os olhos.

-Jacob?

-Claro que sou eu, tontinha! Onde é que estavas com essa cabeça? Adormeço por uns minutos e tentas escapar-te daqui?

-Meu Deus, Jacob! Pensava que só voltavas amanhã! - saltei para o seu pescoço e apertei-o num abraço que sufocaria qualquer humano. Mas não o meu Jake.

Desviei a cara, sem deixar de o abraçar, e fitei-o nos olhos pretos e brilhantes. Sorri abertamente e beijei-o na face repetidas vezes.

Ele riu-se baixinho e também me abraçou.

-Estás tão contente por me ver! Quem te vir pensa que não me vês há cem anos.

Ignorei-o.

-Pensei que só voltavas amanhã!

-A Leah via como eu estava ansioso por voltar para te consolar e disse que eu podia vir, se quisesse. Estava com esperança de ainda te encontrar acordada...mas quando cheguei a Esme disse-me que adormeceras o sofá e eu trouxe-te para aqui.

-Não dei conta disso...

-Eu sei. Estavas bastante embrenhada no teu sonho. Sobre o que era, já agora?

Franzi o sobrolho. Não me apetecia partilhar o meu mais recente e assustador pesadelo com ele...

-Nada que valha a pena ser contado.

Ele ergueu a sobrancelha mas deixou passar.

-Já é de manhã. Vou subir para ver a mãe e o pai.

Fiz menção de me levantar, mas Jacob impediu-me.

-Acredita, é melhor não ires ter com eles agora.

Não entendi.

-Então e porquê? De certeza que não os vou acordar. - riu-se, mas continuou sem me soltar.

-Neste preciso momento, eles preferem não ser incomodados, está bem? - a sua voz transparecia um tom sugestivo que não me era estranho. Apurei o ouvido e, ao longe, conseguia ouvir tudo.

Arrepiei-me.

-Já percebi.

-Pois. - Jake sorriu novamente e puxou-me de encontro ao seu peito.

-Preferia que guardassem aquilo para a noite. Não é que eu tenha alguma coisa contra, mas tu entendes Jacob...nunca é bonito.

Senti-o encolher os ombros. Nada o incomodava.

-Provavelmente pensam que ainda estamos a dormir. Já estão no bosque há umas horas. Só foram porque eu disse que ficava contigo, Nessie.

-Eu sei. Eles jamais me deixariam sozinha.

Ele suspirou e mudou de assunto.

-Esqueci-me de te comprar uma prenda de anos.

Fiz uma careta.

-Sabes bem que não quero nada nos meus anos. Apenas o facto de estares comigo todos os dias é tão bom que nem posso acreditar.

Abracei-o com mais força e ele fez-me festas no cabelo.

-Mas vejo que o resto da família não se poupou a esforços! - comentou, olhando para a enorme pilha de presentes que o pai trouxera de casa dos avós.

-Nem me lembres...que ridículo! Só a mãe é que não me deu nada. Parece a única a entender o que eu sinto em relação a prendas...

Ele riu-se novamente.

-Por acaso, nesse aspecto, és igualzinha à tua mãe.

-Calculo que sim...ainda nem me dei ao trabalho de abrir aquilo, para não me assustar...

-Hum...acho que os teus pais ainda vão demorar um bocado, o que não nos deixa grande coisa para fazer...

Levantou-se rapidamente e colocou-me em cima dos seus ombros.

-Jake, o que é que estás a fazer?

Pousou-me no chão, em frente aos embrulhos coloridos.

-Vamos abrir as tuas prendas!

 

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"Together, now and forever" - Mariana - 2º Capítulo

 

A tia Alice fez-me uma festa nos cabelos e a tia Rosalie sorriu-me abertamente do outro lado da sala.

Retribui-lhes com o sorriso mais sincero que consegui desenhar no meu rosto.

Dentro de mim, tudo estava diferente daquela manhã.

Há umas horas atrás, quando o Sol nascera, sentira-me injustiçada, revoltada, furiosa.

Mas agora, quando a Lua se erguia no céu arroxeado e pacífico, sentia-me simplesmente triste.

Profunda e puramente triste, sem paciência para fingimentos e sorrisos falsos, palavras que expressavam exactamente o oposto do tumullto que pulsava dentro de mim.

E ele agora não estava ali...sem ele tudo se tornava pior, mais difícil de suportar.

O tio Emmett pegou-me ao colo e atirou-me ao ar vezes sem conta.

-Então, Nessie? Que carinha tão  triste! O que é que se passa?

Revirei os olhos. Ele não podia bater bem da cabeça.

-Sabes bem porque é que eu estou assim...a mãe e o pai contaram-vos. - todos fizeram um olhar comprometido, principalmente a mãe e o pai. Se fossem humanos, de certeza que já estariam a corar furiosamente.

Foi a vez do meu tio revirar os olhos.

-Esquece isso, Nessie! O dia está quase a chegar ao fim e depois ainda tens de esprar mais um ano...pff, tu preocupas-te demasiado!

Saltei dos braços dele e sentei-me de pernas cruzadas no chão, com a cabeça pousada no sofá creme. Soltei um suspiro.

A avó envolveu-me os ombros num terno abraço e ficámos assim durante algum tempo, enquanto ela cantava para mim a música que o papá compusera há uns anos.

Dei conta de todos se retirarem aos pares - a tia Rose e o tio Emmett, a tia Alice e tio Jasper, a mãe e o pai. O avô retirou-se sozinho, mas a avó nunca me abandonou até eu adormecer profundamente, desejando ardentemente que o dia acabasse...

 

 

***

 

Acordei algures numa floresta.

Não era a floresta de Forks.

Não era nenhuma que eu conhecesse...

A atmosfera estava fria, arrepiante.

A noite cobria as árvores e envolvia o musgo numa melodia fluida e tenebrosa.

Eu estava deitada sobre as pedras bicudas e acizentadas da floresta.

Não reconheci o vestido que me moldava o corpo até à cintura e caía largamente como uma cascata sobre as minhas pernas, como um mar verde-esmeralda.

Esfreguei os pés um no outro e reparei que estava descalça.

No entanto, levantei-me, mas caí novamente sobre o chão. A minha cabeça estava às voltas, como se tivesse provado veneno.

Fiz uma nova tentativa e, agarrada aos troncos enrugados das árvores, explorei a floresta mais a fundo.

À minha frente, tudo era negro, negro e frio como um bloco de gelo.

Vários roncos chegavam até mim, vindos de algures do vazio.

Uma vez por outra, podia jurar que sentia o roçar de uma pele gélida contra a minha mão.

Toda eu me arrepiava de cada  vez que sentia esse contacto...

Comecei a sentir-me cansada, cada passo que dava sentia uma pedra de cimento presa aos meus calcanhares...parei e sentei-me novamente sobre o chão húmido.

Estendi-me ao comprido, com o cabelo, a mãos e  as pernas espraiadas em direcções opostas.

No entanto, senti os meus pulsos ligeiramente apertados e, quando levantei os olhos, vi que estava acorrentada, presa por completo.

O pânico começou a apoderar-se de mim e tentei levantar-me mas uma mão forte impulsionou-me o peito na direcção do chão.

Um par de olhos brilhantes destacou-se na escuridão e fitou-me fixamente.

-Está na hora... - ronronou.

Soltei um pequeno gemido, mas a mão voltou e tapou-me a boca.

Foi então que ele se aproximou do meu pescoço...

 

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Quarta-feira, 21 DE Julho DE 2010

Fanfic: "Together, now and forever" - Mariana - 2º Capítulo

"Together, now and forever" - Mariana - 2º Capítulo

 

A tia Alice fez-me uma festa nos cabelos e a tia Rosalie sorriu-me abertamente do outro lado da sala.

Retribui-lhes com o sorriso mais sincero que consegui desenhar no meu rosto.

Dentro de mim, tudo estava diferente daquela manhã.

Há umas horas atrás, quando o Sol nascera, sentira-me injustiçada, revoltada, furiosa.

Mas agora, quando a Lua se erguia no céu arroxeado e pacífico, sentia-me simplesmente triste.

Profunda e puramente triste, sem paciência para fingimentos e sorrisos falsos, palavras que expressavam exactamente o oposto do tumullto que pulsava dentro de mim.

E ele agora não estava ali...sem ele tudo se tornava pior, mais difícil de suportar.

O tio Emmett pegou-me ao colo e atirou-me ao ar vezes sem conta.

-Então, Nessie? Que carinha tão  triste! O que é que se passa?

Revirei os olhos. Ele não podia bater bem da cabeça.

-Sabes bem porque é que eu estou assim...a mãe e o pai contaram-vos. - todos fizeram um olhar comprometido, principalmente a mãe e o pai. Se fossem humanos, de certeza que já estariam a corar furiosamente.

Foi a vez do meu tio revirar os olhos.

-Esquece isso, Nessie! O dia está quase a chegar ao fim e depois ainda tens de esprar mais um ano...pff, tu preocupas-te demasiado!

Saltei dos braços dele e sentei-me de pernas cruzadas no chão, com a cabeça pousada no sofá creme. Soltei um suspiro.

A avó envolveu-me os ombros num terno abraço e ficámos assim durante algum tempo, enquanto ela cantava para mim a música que o papá compusera há uns anos.

Dei conta de todos se retirarem aos pares - a tia Rose e o tio Emmett, a tia Alice e tio Jasper, a mãe e o pai. O avô retirou-se sozinho, mas a avó nunca me abandonou até eu adormecer profundamente, desejando ardentemente que o dia acabasse...

 

 

***

 

Acordei algures numa floresta.

Não era a floresta de Forks.

Não era nenhuma que eu conhecesse...

A atmosfera estava fria, arrepiante.

A noite cobria as árvores e envolvia o musgo numa melodia fluida e tenebrosa.

Eu estava deitada sobre as pedras bicudas e acizentadas da floresta.

Não reconheci o vestido que me moldava o corpo até à cintura e caía largamente como uma cascata sobre as minhas pernas, como um mar verde-esmeralda.

Esfreguei os pés um no outro e reparei que estava descalça.

No entanto, levantei-me, mas caí novamente sobre o chão. A minha cabeça estava às voltas, como se tivesse provado veneno.

Fiz uma nova tentativa e, agarrada aos troncos enrugados das árvores, explorei a floresta mais a fundo.

À minha frente, tudo era negro, negro e frio como um bloco de gelo.

Vários roncos chegavam até mim, vindos de algures do vazio.

Uma vez por outra, podia jurar que sentia o roçar de uma pele gélida contra a minha mão.

Toda eu me arrepiava de cada  vez que sentia esse contacto...

Comecei a sentir-me cansada, cada passo que dava sentia uma pedra de cimento presa aos meus calcanhares...parei e sentei-me novamente sobre o chão húmido.

Estendi-me ao comprido, com o cabelo, a mãos e  as pernas espraiadas em direcções opostas.

No entanto, senti os meus pulsos ligeiramente apertados e, quando levantei os olhos, vi que estava acorrentada, presa por completo.

O pânico começou a apoderar-se de mim e tentei levantar-me mas uma mão forte impulsionou-me o peito na direcção do chão.

Um par de olhos brilhantes destacou-se na escuridão e fitou-me fixamente.

-Está na hora... - ronronou.

Soltei um pequeno gemido, mas a mão voltou e tapou-me a boca.

Foi então que ele se aproximou do meu pescoço...

 

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publicado por mrsCullen às 11:43
Quarta-feira, 14 DE Julho DE 2010

Fanfic: "Together, now and forever" - Mariana - 1º Capítulo

"Together, now and forever" - Mariana - 1º Capítulo

 

Os primeiros raios de Sol da manhã inundaram o meu quarto assim que a estrela mais brilhante de todas se elevou mais alto.

Era um sinal de quee tinha que acordar...mas, mesmo assim, deixei-me ficar pela cama. Não ansiava nada por aquele dia...

Ri-me.

Nisso, era um pouco parecida com a minha mãe, pelo menos nos seus tempos de humana quando conheceu o pai - ela detestava aniversários, o seu aniversário mais precisamente.

Assim como eu detestava os meus...este era já o terceiro e, supostamente, eu fazia três anos.

Para a minha família, fazia três anos, para o resto da cidade, fazia 10, para mim própria...16. Bom, para mim e para o papá, que era o único que conseguia ser eu tão genuinamente como eu própria.

Suspirei, revirei-me na cama e tapei a cara com a almofada de fronha branca, com esperança de que todos entendessem o meu estado de espírito...já os conseguia ouvir ao longe...e...

A porta abriu-se com estrondo.

-Parabéns!

A mãe correu na minha direcção e tomou-me nos braços em menos de um segundo, embalando-me como se ainda fosse um bébé.

O pai sorriu e acariciou-me o rosto com muita meiguice.

-Parabéns, meu amor.

Tentei sorrir de volta, mas os meus lábios pareciam  não querer obedecer.

As sobrancelhas perfeitamente arqueadas da mãe franziram-se.

-Renesmee, que se passa?

Fiz beicinho como uma verdadeira criança de colo e virei a cara, saltando para o chão.

-O pai que te explique. Agora, por favor, deixem-me dormir mais um pouco. Tenho sono.

Meti-me dentro da cama novamente e deixei-os abandonar o quarto vagarosamente - algo que não estava muito nos seus costumes.

Apeteceu-me bater em mim própria po ter sido tão estúpida e insensível.

Eles não tinham culpa. Ninguém tinha culpa. Nem eu própria poderia ser julgada por isto que era, afinal, a minha vida.

Senti como eles ficaram magoados com a minha atitude, mas não surpreendidos.

Comparado com o meu primeiro aniversário oficial, a fita que fizera depois de eles me explicarem tudo naa tinha para ser equiparada a esta que fôra apenas um pequeno desabafo.

No entanto, era difícil.

Não pedia para ser humana, pois sei que isso não me agradaria de forma alguma.

Também não acharia muita piada ao facto de ser lobisomem, logo essa também não seria a raça ideal para mim.

Apenas desejava ser uma vampira normal, como a mãe e o pai, os avós e os tios...

Mas isso simplesmente não era para mim e a justiça não parecia estar do meu lado.

Estes pensamentos nem pareciam ser meus. Agora que os reproduzia na minha mente, pareciam-me exageradamente egoístas...

Raios, o que se passava comigo?!

Levantei-me da cama e vesti o que a tia Alice me tinha oferecido na noite anterior.

"-Apenas uma das tuas prendas!", garantira ela.

Como se eu precisasse de mais...

Deixei o tecido nacarado deslizar suavemente sobre a minha pele da cor do marfim e apertei o laço atrás, sem dificuldade.

Pentei os caracóis acobreados, calcei a primeira coisa que me veio à mão (rezando para que a tia Alice não reparasse) e corri na direcção da enorme casa branca.

Adorava a casa de campo, era o nosso lar.

Mas a casa dos avós era mais ampla e eu parecia pertencer mais lá do que em qualquer outro lugar...apenas o pai sabia isto, mas a pequena casa de pedra era talhada apenas para ele e para a mamã.

Depressa cheguei e parei junto à porta.

Sabia que eles me ouviam, mas estavam a dar-me algum tempo.

Inspirei ar puro e abri a porta.

 

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publicado por mrsCullen às 00:01
Quarta-feira, 07 DE Julho DE 2010

Fanfic: "Together, now and forever" - Mariana

Teremos mais uma fanfic no Robert Pattinson Portugal, para além da Reminescence. Ás Quartas-Feiras poderão contar com a fanfic "Together, now and forever" escrita também pela Mariana. É contada pelo ponto de vista de Renesmee Cullen.

 

 

Abri os olhos.

Abri-os, tão rapidamente que nem cheguei a ter consciência do movimento.

Fiquei contente por poder ver algo novamente, algo que não fosse uma imagem irreal projectada pela minha cabeça desordenada.

Tudo à minha volta era tão claro...feliz. Pacífico.

Um meio sorriso rasgou o canto direito da minha boca e deixei o meu olhar varrer o espaço.

Dentro de mim, sabia que estava em busca de alguma coisa em especial, mas não me conseguia lembrar-me ao certo o que seria.

Aquele pedaço que faltava dentro de mim ecoava com um silêncio ensurdecedor dentro do meu coração que me furava os tímpanos e me tirava o ar. O meu fôlego desaparecia acada segundo que passava...

A minha mão percorreu o meu peito em busca do colar que ele disse que eu precisaria.

Na altura, quando lhe perguntei para que preisaria dele, limitou-se a virar costas.

Mas agora, eu percebia, percebia para que precisava dele.

A corrente não estava à volta do meu pescoço e, no lugar do medalhão, um líquido húmido e espesso manchava-me as mãos e caía sobre a carpete de um branco perlado...

Sangue.

 

Não percam, na quarta-feira, o 1º capitulo desta fanfic!

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publicado por mrsCullen às 22:24